
Guiné-Bissau - Soldados do Brasil e Timor Leste serão bem-vindos - PR Sanhá
Bissau - O Presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá considerou hoje (sexta-feira) bem-vinda a ideia de elementos do Brasil e de Timor Leste poderem integrar a futura missão de estabilização no país, afirmando que toda a ajuda nesse sentido é de agradecer.
Em declarações à imprensa, antes de viajar para Dakar, Senegal, donde segue para uma visita de Estado de dois dias ao Irão, o Presidente guineense salientou que ainda não está definido o formato dessa eventual missão de estabilização, mas a disponibilidade dos dois países lusófonos "é bem-vinda".
Sanhá frisou que, por enquanto, ainda não está definida a composição dessa eventual missão de estabilização, mas se vier a ser aprovada pelos órgãos competentes do Estado não terá problema nenhum, enquanto chefe de Estado, em endereçar convites para os países indicados pelo governo para integrarem a missão.
A presidência guineensse, através dos seu porta-voz, esclareceu hoje, que o país estava analisar a recepção, não de uma força militar, mas de uma missão de estabilização, de acordo com as recomendações da comunidade internacional. Uma força que poderia ter peritos militares e civis.
Sobre a sua visita ao Irão, Malam Bacai Sanhá disse que esta se tratava de uma resposta a um convite formulado pelo seu homólogo iraniano, Mahmud Ahmadinejad.
O chefe de Estado guineense considerou o Irão "um grande país, com potencialidades em termos económicos" que poderão ajudar a Guiné-Bissau a se desenvolver.
Indagado sobre se essa deslocação poderia ser interpretada como um voto de solidariedade para com aquele país, que se encontra de costas voltado com a grande maioria da comunidade internacional, Malan Bacai Sanhá apenas comentou que a visita "é resposta a um convite do Presidente iraniano".
"Mas, se a nossa visita possa ser considerada um gesto de solidariedade, ainda bem", defendeu o presidente guineense,que deverá regressar ao país no início da próxima semana.
Bissau - O Presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá considerou hoje (sexta-feira) bem-vinda a ideia de elementos do Brasil e de Timor Leste poderem integrar a futura missão de estabilização no país, afirmando que toda a ajuda nesse sentido é de agradecer.
Em declarações à imprensa, antes de viajar para Dakar, Senegal, donde segue para uma visita de Estado de dois dias ao Irão, o Presidente guineense salientou que ainda não está definido o formato dessa eventual missão de estabilização, mas a disponibilidade dos dois países lusófonos "é bem-vinda".
Sanhá frisou que, por enquanto, ainda não está definida a composição dessa eventual missão de estabilização, mas se vier a ser aprovada pelos órgãos competentes do Estado não terá problema nenhum, enquanto chefe de Estado, em endereçar convites para os países indicados pelo governo para integrarem a missão.
A presidência guineensse, através dos seu porta-voz, esclareceu hoje, que o país estava analisar a recepção, não de uma força militar, mas de uma missão de estabilização, de acordo com as recomendações da comunidade internacional. Uma força que poderia ter peritos militares e civis.
Sobre a sua visita ao Irão, Malam Bacai Sanhá disse que esta se tratava de uma resposta a um convite formulado pelo seu homólogo iraniano, Mahmud Ahmadinejad.
O chefe de Estado guineense considerou o Irão "um grande país, com potencialidades em termos económicos" que poderão ajudar a Guiné-Bissau a se desenvolver.
Indagado sobre se essa deslocação poderia ser interpretada como um voto de solidariedade para com aquele país, que se encontra de costas voltado com a grande maioria da comunidade internacional, Malan Bacai Sanhá apenas comentou que a visita "é resposta a um convite do Presidente iraniano".
"Mas, se a nossa visita possa ser considerada um gesto de solidariedade, ainda bem", defendeu o presidente guineense,que deverá regressar ao país no início da próxima semana.

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