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segunda-feira, 21 de março de 2011

Intervenção militar internacional motiva manifestação de apoio e oposição

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EURONEWS – 21 março 2011

Vários milhares de pessoas desfilaram em Bruxelas para exprimir apoio às revoltas populares no Norte de África e no Médio Oriente.

Os manifestantes visavam particularmente o regime líbio, com palavras de ordem contra Muammar Kadhafi.

Muitos participantes exprimiam apoio à intervenção militar internacional e à imposição de uma zona de exclusão aérea sobre o território líbio, mas também havia quem denunciasse uma “guerra pelo petróleo”.

A capital grega, Atenas, foi palco de um protesto convocado pelo partido comunista ultraortodoxo (KKE) contra as operações militares da coligação internacional na Líbia.

Os manifestantes acusavam a NATO e a União Europeia de constituírem um “sindicato da guerra” e rejeitavam a participação da Grécia, que se disse “pronta” para ajudar os aliados.
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1 comentário:

Anónimo disse...

BÉLGICA SEM ÉTICA NEM MORAL.

1 ) Enquanto país e estado, a Bélgica é dos piores exemplos de colonialismo em África, dos piores exemplos de nação europeia (até hoje ainda não está de facto definida enquanto nação una e indivisível), dos piores exemplos de alinhamento com o neo liberalismo de nossos dias, dos piores exemplos em relação ao espectro dos diamantes de sangue e da exploração sem limites das riquezas provenientes sobretudo de África ...

2 ) Enquanto sede da União Europeia, Bruxelas tem usurpado os poderes de alguns dos estados da própria Europa, (Portugal é um deles)impondo a Nova Ordem financeira global sobre os interesses dos povos, impondo-lhes sacrifícios incomensuráveis...

3 ) Salvo poucas excepções honrosas, exemplos de consciência dos problemas que assolam o mundo, exemplos bem identificados, duma forma geral o estado e as instituições públicas e privadas da Bélgica não têm ética, nem moral, para o que quer que seja a nível internacional, se atendermos à história dum país que é também e até hoje um país propositadamente adiado... muito menos vergonha do seu papel!

Martinho Júnior.

Luanda.