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quarta-feira, 9 de março de 2011

SITUAÇÃO SÓCIO-POLÍTICA NO HUAMBO INSPIRAM CUIDADOS

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ISRAEL SALAMATA - ANGOLA 24 HORAS – 09 março 2011

O circuito encolheu-se, com a enérgica manifestação do general na reserva, Abílio Kamalata Numa, actual secretário-geral do galo nego, soltada a partir da vila do Bailundo, província do Huambo. Nesta província, o clima e de desconfiança e timidez.

Não há liberdade de comunicação entre cidadãos, no que toca a questões ligadas a situação política nacional e internacional. O ambiente e de repressão. A sociedade é imposta a aderir contra as suas vontades a eventos políticos do partido no poder.

A imprensa privada tem pouco ângulo de manejo, tudo para encobrir a imperfeição do estado actual da nação, contou um observador que pedia o anonimato durante uma leitura daquela que é a realidade do tecido social e politico no planalto central. Para o analista, tudo agravou-se com o facto político, criado pelo general Kamalata Numa.

Aquele interlocutor, fez crer a este órgão que, Numa é agora acusado pelo executivo angolano, de estar por detrás das manifestações e pôr em causa o ambiente de paz que se vive no país. Para as diferentes camadas da sociedade, entre os quais: docentes e estudantes. Na cidade do Huambo, a situação social e politica e nebulosa (é de Vunda).

Todo a cerimónia é direccionada ao regime actualmente no poder. Ainda no que toca ao xadrez político, o governador e 1º secretário do partido da situação, Faustino Muteka, tem sido a principal corda de lança das orientações superiores do aparelho do Estado, na pessoa do Eng.º José Eduardo dos Santos, Presidente da República.

O embaixador do Presidente da República e do MPLA no Huambo, enfeita-se de reclames do seu partido, sem saber aonde começar e terminar os seus poderes. Prova disso, tem a ver com a manifestação da paz, no passado sábado5-03, quando no evento, o governador do Huambo vestiu-se de vermelho e preto, cores da bandeira do seu partido, contradizendo assim o discurso que conferia a democracia, a paz, para nas suas entrelinhas, falava da guerra.

O discurso feito nos últimos dias pelos dirigentes do partido no poder, desanimou populares e semeou um complexo de desconfiança entre políticos e o povo em geral, disseram saber alguns intelectuais no anonimato. Já em corredores mais fechados e apreciadores do xadrez político angolano, confirmaram a frustração da manifestação, mas avançaram que o país está doente, porque a situação inspira cuidados na província Huambo.

Segundo estudiosos, contam que, o centro e o sul do país, tornou-se num clube de disputa política tremenda, para as duas organizações partidárias: o MPLA e a UNITA. O Huambo é justamente um barril de qualquer controvérsia das referidas formações políticas. Refira que, as relações sociais, não são saudáveis, para aqueles que se sentem adversos ao partido das cores preta e vermelha.

Vêm a cada dia que passa, os seus direitos a serem reduzidos. A Polícia Nacional não é livre das suas funções, a (PIR) Polícia de Intervenção Rápida é visivelmente usada para fins partidários, circulando as artérias da cidade com carros, com portas abertas prontas a qualquer acção, os jornalistas não são livres dos seus serviços profissionais. Este é o rosto corrente da cidade do Huambo.

Dizer que, a nossa reportagem, não esteva no local da viatura queimada, pertença da associação Mãos Livres, este é apenas um olhar da instabilidade nos ternos da segurança social e da liberdade dos activistas dos direitos humanos. Esta informação, quase que não circulou em meio de comunicação social, para o conhecimento público.
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