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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Seis mil pessoas morreram com malária, mais de três milhões foram infetadas




MCL - LUSA

Luanda, 13 abr (Lusa) - Mais de 3,1 milhões de pessoas foram infetadas com malária em 2010, das quais seis mil morreram, segundo dados do Centro de Controlo de Malária de Angola divulgados pela imprensa angolana.

Apesar de o número de mortos ser duas mil vezes menor do que em 2009, "a tarefa do Governo angolano de controlar e eliminar a malária ainda é pesada", lê-se no site Angonotícias. De acordo com o Centro de Controlo de Malária de Angola, o Executivo angolano pretende reduzir em 60 por cento o número de pessoas contaminadas pela doença até 2015. Além disso, mais de 80 por cento das mulheres grávidas e crianças com menos de cinco anos serão incluídas no Plano Nacional contra a Malária.

Angola pretende eliminar a ameaça da doença até 2030, indica o Angonotícias. A malária, ou paludismo, é uma doença infecciosa que envolve risco de vida, provocada por parasitas específicos, transmitidos por picadas de mosquitos.

Tal como o VIH/SIDA e a tuberculose, a malária é um dos principais desafios que se colocam à saúde pública, restringindo dramaticamente o desenvolvimento económico nos países mais pobres do mundo. Há muito tempo, considerava-se que esta doença era provocada pelo ar fétido dos pântanos, daí o nome "malária", que significa "mau ar".

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