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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Cavaco, Alegre & Cª deixaram de "mamar" na acumulação de reformas?

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PORTUGAL DIRETO

ESTE CAPITULO DE FARTAR VILANAGEM É MESMO VERDADE?

O secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, garantiu hoje que a regra que impede a acumulação de pensões e salários se aplica a todos os funcionários públicos, que serão obrigados a optar entre as duas remunerações, como vimos na notícia incluida mais em baixo.

Apesar de tudo o que tem vindo a ser declarado não está claro para a maioria dos portugueses se Cavaco Silva vai continuar a receber as três reformas a que sempre se fez referência, se Manuel Alegre e outros vão igualmente ficar cingidos a uma única reforma por que terão de optar, se outras figuras políticas vão ser abrangidas por esta medida, referida por este Secretário de Estado. É preciso trocar todo este palavreado do Secretário de Estado e de outros inteligentes "por miudos" e fulanizar os exemplos, porque estamos constantemente desconfiados daquilo que dizem os políticos e certos senhores de canudo (comprado ou honestamente conseguido).

A razão é justificavel e muito simples: estão constantemente a enganar-nos. Todos eles enfermam do pecadilho de serem uma cambada de chico espertos que nos iludem, aldrabam, roubam nos os exageros das mordomias que acabam sempre por fazer incidir sobre si. Cortam ali mas aumentam acolá e até conseguem acabar por receber mais que antes. São uns golpistas!

Então, por razões obvias, os portugueses querem saber, preto no branco, se a escandaleira de que tem gozado o "mansinho" e "honesto" Cavaco Silva ou o "socialista" Alegre acabou. A par de outros seus pares das mordomias, nem Cavaco, nem todos os outros hipócritas se têm coibido de todos os meses receberem os imorais milhares de euros. Afinal que serviços extraordinários fizeram a Portugal e aos portugueses? Não foram pagos (e bem) pelos cargos que desempenharam? Foram obrigados a irem para a política? Então porque se acham no direito de receberem escandalosas quantias por serviços que eles próprios escolheram? Porque têm direito a refeormas com menos tempo de prestação de serviços? O que são eles mais de que qualquer outro português? Chamar-lhes hipocritas e imorais é muito pouco, mas fiquemos por aqui. Passos Coelho também já é reformado pelo seu tempo de deputado? Mais outro falso moralista?

Senhores, troquem todo este palavreado da treta por palavras acessiveis, esclarecedoras e com exemplos concisos sobre os que mamam e abusam. Deixem-se dos truques habituais nos da vossa laia!

Função Pública
Governo garante que proibição de acumular salários e pensões se aplica a todos

LUSA - DESTAK, em 05 de Dezembro de 2010

O secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, garantiu hoje que a regra que impede a acumulação de pensões e salários se aplica a todos os funcionários públicos, que serão obrigados a optar entre as duas remunerações.

"Há um decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros, onde ficou claro que deixa de ser possível acumulação, independentemente de o aposentado exercer funções de dirigente num serviço ou num instituto. Deixa de ser possível acumular a qualquer aposentado do Estado", disse o secretário de Estado, em declarações à agência Lusa, referindo-se aos funcionários que recebem as reformas pela Caixa Geral de Aposentações.

"Não há qualquer excepção à regra de acumulação. Sobretudo [ela] aplica-se às actuais situações de acumulação. Ou seja, aquelas pessoas que estavam hoje a beneficiar da autorização para acumular terão de fazer agora uma opção, a partir do momento em que entra em vigor o decreto-lei, que aguardamos publicação em breve", acrescentou.

A imprensa noticiou hoje que, fora os detentores de cargos políticos, o Governo tinha concedido uma exceção aos funcionários que acumulam salários e pensões, o que beneficiaria os nomeados para as empresas públicas e direções gerais, que poderiam assim manter a acumulação até ao final do mandato.

A proibição dos políticos acumularem pensões e salários tem de partir da Assembleia da República, afirmou Castilho dos Santos, referindo que, no Parlamento, "o Partido Socialista fez propostas no sentido de deixar também claro que, para os titulares de cargos políticos, [a proibição] se aplica, quer às situações atuais, quer às situações futuras, e que portanto também não seja possível a acumulação da pensão com outros tipos de remuneração".

No que toca aos funcionários públicos que recebem reformas pela Segurança Social, ou outros sistemas de pensões, o secretário de Estado disse que a legislação atual já impede a acumulação.

"Não faz sentido estar a dizer que aplicamos as situações de acumulação no âmbito da Segurança Social, porque isso em termos jurídicos não era possível. O que estamos a fazer é que, independentemente das alterações que, na Segurança Social, possam haver no futuro quanto a estas matérias, deixe de ser possível esta acumulação", disse Castilho dos Santos.
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