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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ANGOLAGATE: 20 ARGUIDOS CONTESTAM CONDENAÇÕES

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EURONEWS

O processo Angolagate regressa à barra dos tribunais franceses

O antigo ministro do interior francês, assim como 20 outros arguidos contestam as condenações em primeira instância pela alegada venda ilegal de armas ao regime angolano.

Charles Pasqua, condenado a um ano de prisão, voltou hoje a clamar a sua inocência face às acusações de ter recebido comissões pelo contrato de mais de 790 milhões de dólares.

O advogado de Pasqua afirma que, o seu cliente, “sempre fez face a todas as acusações contra ele e não aceita que se possa imaginar que é culpado e seremos combativos para provar a sua inocência neste processo”.

As acusações referem-se ao período da guerra civil angolana, em que várias personalidades francesas são acusadas de terem participado na venda de armas ao regime angolano para derrotar a guerrilha da UNITA.

No centro do processo está o homem de negócios Pierre Falcone, que cumpre seis anos de prisão e Arcadi Gaydamak, que se encontra foragido.

No primeiro processo, 36 arguidos tinham sido condenados a penas entre 6 e um ano de prisão.

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1 comentário:

Anónimo disse...

OPÇÕES DE JUSTIÇA.

Há que reconhecer que, se uma parte da transacção comercial envolveu expedientes em França, nenhuma arma passou por território francês.

Quando foram feitas as transacções comerciais, se os envolvidos não se furtaram a pagar os devidos impostos, puseram em causa alguma lei francesa que impedisse essa transacçao?

Se não existia essa lei que eles pudessem pôr em causa, então levou-se para os tribunais um assunto que é de carácter político.

Pode-se estar contra o procedimento dos implicados no Angolagate por razões éticas, morais, ou políticas, mas será justo, se eles pagaram impostos, se não incorreram em falta em relação às leis francesas, eles serem julgados?

Quantas ingerências não tem feito a França em África desde a Conferência de Berlim?

Quantas ficaram até no segredo dos deuses e foram para o túmulo, por exemplo, com Jacques Foccard?

Quantas não deveriam ter sido julgadas?

Martinho Júnior

Luanda