
PR acusado de "omitir factos" sobre morte de Almeida e Costa e Rosa Coutinho
SIC – LUSA
A Associação 25 de Abril acusou o Presidente da República de "omitir factos" sobre a revolução de 1975 nos comunicados emitidos aquando da morte do almirante Rosa Coutinho, em junho, e de Almeida e Costa, no passado domingo.
"Lamentavelmente, para o Presidente da República não é de destacar o cargo de conselheiro da Revolução, que Almeida e Costa desempenhou entre novembro de 1975 e outubro de 1982, pois aí se manteve até ao fim, apesar de entretanto ter sido nomeado governador de Macau", refere em comunicado o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço.
Depois da mensagem de condolências enviada por Cavaco Silva na sequência da morte do almirante Vasco Almeida e Costa no passado fim de semana, a Associação 25 de Abril questionou a ausência de referência por parte do Presidente da República de cargos desempenhados pelo almirante.
"Que razões levarão o mais alto representante da Nação a omitir factos tão relevantes na história recente do nosso país?", lê-se.
O antigo capitão de Abril sublinhou que Cavaco Silva "não realçou o cargo de diretor do STAPE (Secretariado Técnico para os Assuntos do Processo Eleitoral), onde Almeida e Costa foi diretamente responsável pela organização do processo eleitoral da Assembleia Constituinte".
Vasco Lourenço diz ainda que "esta omissão não é inédita, pois no recente falecimento do almirante Rosa Coutinho, por sinal também ele governador de uma antiga colónia, nem sequer houve lugar a qualquer tomada de posição pública".
"Por nós, lutaremos sempre contra a deturpação dessa nossa história, não permitindo que a reescrevam como se o 25 de Abril não fosse necessário para derrubar a ditadura e implantar a democracia em Portugal", afirma.
A agência Lusa tentou contactar a Presidência da República mas tal não foi possível até ao momento.
O almirante Vasco Almeida e Costa faleceu no passado domingo no Hospital da CUF, em Lisboa, aos 78 anos.
Ministro da Administração Interna durante o governo de Pinheiro de Azevedo, entre setembro de 1975 e julho de 1976, Almeida e Costa foi ainda primeiro ministro interino e governador de Macau entre 1981 e 1986.
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)
SIC – LUSA
A Associação 25 de Abril acusou o Presidente da República de "omitir factos" sobre a revolução de 1975 nos comunicados emitidos aquando da morte do almirante Rosa Coutinho, em junho, e de Almeida e Costa, no passado domingo.
"Lamentavelmente, para o Presidente da República não é de destacar o cargo de conselheiro da Revolução, que Almeida e Costa desempenhou entre novembro de 1975 e outubro de 1982, pois aí se manteve até ao fim, apesar de entretanto ter sido nomeado governador de Macau", refere em comunicado o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço.
Depois da mensagem de condolências enviada por Cavaco Silva na sequência da morte do almirante Vasco Almeida e Costa no passado fim de semana, a Associação 25 de Abril questionou a ausência de referência por parte do Presidente da República de cargos desempenhados pelo almirante.
"Que razões levarão o mais alto representante da Nação a omitir factos tão relevantes na história recente do nosso país?", lê-se.
O antigo capitão de Abril sublinhou que Cavaco Silva "não realçou o cargo de diretor do STAPE (Secretariado Técnico para os Assuntos do Processo Eleitoral), onde Almeida e Costa foi diretamente responsável pela organização do processo eleitoral da Assembleia Constituinte".
Vasco Lourenço diz ainda que "esta omissão não é inédita, pois no recente falecimento do almirante Rosa Coutinho, por sinal também ele governador de uma antiga colónia, nem sequer houve lugar a qualquer tomada de posição pública".
"Por nós, lutaremos sempre contra a deturpação dessa nossa história, não permitindo que a reescrevam como se o 25 de Abril não fosse necessário para derrubar a ditadura e implantar a democracia em Portugal", afirma.
A agência Lusa tentou contactar a Presidência da República mas tal não foi possível até ao momento.
O almirante Vasco Almeida e Costa faleceu no passado domingo no Hospital da CUF, em Lisboa, aos 78 anos.
Ministro da Administração Interna durante o governo de Pinheiro de Azevedo, entre setembro de 1975 e julho de 1976, Almeida e Costa foi ainda primeiro ministro interino e governador de Macau entre 1981 e 1986.
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

2 comentários:
yeezy
off white hoodie
kd 14
curry 6
nike dunks
loh9t84jf3
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
golden goose outlet
Enviar um comentário