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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Marrocos rejeita comparações com o Egito e critica tese do contágio

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RN – LUSA

Rabat, 31 jan (Lusa) - As autoridades marroquinas têm-se esforçado por evitar qualquer paralelo com as situações no Egito e na Tunísia, com vários jornais próximos do poder a criticarem a ideia de tal "contágio", informa a AFP.

No domingo, o governo de Rabat desmentiu firmemente ter chamado as tropas colocadas no Saara Ocidental para susterem eventuais manifestações nas cidades marroquinas, como afirmou alguma imprensa de Espanha.

O ministro dos Negócios Estrangeiros marroquino, Taieb Fassi Firhi, convocou o embaixador de Espanha e teve uma reunião com o chefe da diplomacia espanhola para lhe exprimir a "indignação" de Marrocos face a estas "atuações irresponsáveis".

A situação no Egito domina as primeiras páginas da maior parte dos jornais locais, com numerosos marroquinos colados aos televisores para seguirem, designadamente através da televisão Al Jazeera, as manifestações contra o poder do presidente egípcio, Hosni Mubarak.

Por outro lado, o governo marroquino exprimiu a sua determinação em manter as subvenções aos preços dos produtos de base, como farinha, açúcar, óleo e gás butano, para evitar a subida dos preços.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
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